quarta-feira, 13 de julho de 2011

Fenearte 2011… E um Pretoboy estava lá!




Vamo lá que esse evento foi corrido PACAS:

Eu fui em busca de um anel para o meu dedo mindinho, comecei a usar, mas o que eu usava quebrou de encontro com a mesa do Jabá alguns meses atrás, pensei que a Fenearte, com seus nhenhentos estandes deveria ter uns aneis bacanas… bem, nesse meio tempo eu declarei falencia pessoal umas 3 vezes.
Ao contrario dos comuns, que querem logo saber de evento e plantam acampamento no primeiro dia, eu resolvi ir no terceiro dia de feira, afinal: fim de semana+férias+evento=Fucking Hell. Fui na segunda feira e comecei a busca, reparei na quantidade de estandes iguais logo de cara, a parte reservada ao nosso estado estava pasteurizada, num eram iguais por conta de uma ou outra arte dentro do espaço que era caracteristico de determinada região e, claro, por conta do nome colocado em cada estande, que num dava p/ver muito bem por conta da LUZ FORTE colocada em cima do nome… óculos escuros eram aconselhados. E apesar disso, tava bacana.

A parte nacional do evento chamava a atenção, como cada estado tinha a OBRIGAÇÃO de trazer seu melhor para a feira, tinha coisa bagarai, com aquele precinho ora camarada, ora exorbitante. O curioso é que tem gente que nem liga, ora, o que é uma toalha de prato que custa 700 contos de réis? merreca... Rico burro é definitivamente um pé no saco!
Tinha anéis, Radar? … até tinha, mas todos em prata, um material que encarece o produto final… e muito. Resultado: uma certa quantidade de anéis custando 92 contos, eu num vou andar por Hellcife com um anel de 92 contos no dedo que eu num sou o Sauron!

Meu Chegado, o Elrond Bruno parou num estande bem bacana de um paranaense maluco que vendia facas artesanais, e saiu com pelo menos umas 3 facas, ganhou até de brinde um canivetezinho, tipo chaveiro, que achou por bem me dar “é proporcional ao tamanho, Gu” … ¬¬ ser baixinho TAMBÉM é um pé no saco.
Mas na segunda vez que fomos a Fenearte, na quarta feira, o baratinado ainda comprou uma Machete, devidamente embalada até se assemelhar ao embrulho de um travesseiro, afinal, era tudo afiado PACAS. Como eu sei? Fácil, intrepido legionário: o Paranaense maluco (e muito simpático) mostrava como as facas cortavam uma folha de papel com facilidade… Num brinquem com esse tipo de coisa, crianças.
Meu outro chegado, o Suave, ganhou uma faca de pesca vinda do estande do paranaense maluco (e muito simp… já falei o quanto o cara foi gente boa?), ele brincou com ela e cortou o braço, eu num falei p/num brincar???

Saindo do nacional e enfim entrando no internacional, que é onde o CC corre solto (CC=Cartão de Crédito), eu perdi minhas esperanças, tinha muita coisa bacana, mas anel… necasticastchibiribas. mas você tinha a oportunidade de comprar o famoso olho grego, contra mau olhado, direto do estande da Grécia… Ah! você o conhece por olho turco? TUDO OK, você também podia adquirir o aparato contra a inveja no estande da Turquia! (… O ser humano é um ser muito estranho)

Enfim… No fim, eu encontrei um estande de um Equatoriano que tinha chapéu de Panamá, que são muito bacanas e elegantes (depois que comprei teve dois “especialistas” que me juraram de pés juntos que se tratavam de chapeis “fedora”… mas aí eu pensei FODAM-SE, e num ouvi mais nada.) e resolvi comprar um só p/alegrar um cadinho, ficou bem bacana. ^^

AH! tinha também o estande de incensos, com um treco de queimar insensos que era a forma do Bob Marley! tipo, você colocar o incenso p/queimar em pé, coloca o Bob p/cobrir e a ideia é que a fumaça do incenso saia da boca dele! uma comédia!!

E foi assim que eu encarei a Fenearte 2011, indo buscar minha namorada, que tava ralando por lá no estande da papercraft, que vendia esculturas feitas em papel (a galera se garante demais!) alem de utencilios para o otaku moderno oriundos das mãos talentosas de Darinho e sua D-Cosplay (eu num fui pago p/dizer isso, vale salientar).

Vejamos a opinião de quem também entende quando o assunto é fazer arte: com vocês, Morpheus e Neo!



E vocês, legionários achando que o negocio deles era só salvar o mundo das maquinas...


Eu sou Gustavo Radar e se você esta lendo isso, você é um Pretoboy!


Gustavo Radar tornou a seguinte frase, seu mantra na Fenearte 2011: “nhenhentos estandes, inúmeros artesãos, praticamente TODOS os pavilhões do centro de convenções… E eu num consigo encontrar um anel p/o dedo mindinho!”
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